"Autonomia e Igualdade para mulheres"
Foi este o tema discutido na III Conferência de políticas públidas para mulheres, que realizou-se nos dias 13, 14 e 15 de outubro. O evento teve a abertura na quinta-feira às 16:00 hs no Hotel Tambaú, com a leitura do regulamento e o credenciamento das delegadas e visitantes. às 18:00 hs houve a abertura oficial com a presença do Governador Ricardo Coutinho,a secretária de políticas para mulheres, ministra Irini Lopes, deputada estadual Gilma Germano, líder da bancada feminina na câmara federal deputada Janete Pietá, dentre outras autoridades que se fizeram presentes na cerimônia de abertura.
No ato inicial o governador e demais autoridades assinaram o pacto nacional de enfrentamento de todas as formas de violência contra mulher.
No ato inicial o governador e demais autoridades assinaram o pacto nacional de enfrentamento de todas as formas de violência contra mulher.
O evento tem como objetivo discutir políticas públicas para mulheres, tratou sobre a discriminalização da mulher no mercado de trabalho, mulher vítima de todo tipo de violência, relação homofóbica, bisexual, etc...entre tantos assuntos abordados o que mais me chamou a atençã, foi o fato de tantas mulheres defenderem a questão da legalização do aborto, e qualquer mulher que se manifestasse contraria seria vista como moralista e conservadora. Não sou uma mulher conservadora, mas tratar da vida humana, como algo vulnerável e banal, é no mínimo imoral e irresponsável.
Tentei manifestar minha opinião, já que se tratava de uma conferência para mulheres e não da sociedade geral, falei apenas da jovem mulher "menina" que se hoje ela engravida, não é por falta de conhecimento, mas por vulnerabilidade. Tenho meus princípios e pretendo lutar por eles, como lá, "na conferência" nós mulheres do interior, tivemos pouco espaço para falar, pretendo continuar defendendo minha tese de moralista.
Minha luta é pela independência das mulheres, mas isso não significa que o homem precise ficar na obiscuridade; a maioria das que estavam lá são feministas e lutam por um direito, que acaba o direito do homem, e para mim isso não é democracia, queremos ter direitos iguais, ganhar igual ao homem mas trabalhar igual, frequentar os mesmos ambientes e pagar a conta no final. Acredito sim que dessa maneira podemos viver numa sociedade mas justa e igualitária.
Para mim foi um evento muito proveitoso, porque o conhecimento adquirido foi de grande valia e me abriu a mente, para o projeto que quero e vou colocar em prática.
Nossa região Zona da Mata Norte foi contemplada com 4 vagas para defender as mulheres em Brasília. Ficando assim a distribuição das vagas:
Representando o governo ficou Márcia Dornelles e Anne Karina, e da sociedade civil vai Edileuza Cunha, representando as mulheres indigenas, a índia Aparecida de Baía da Traição.
Tentei manifestar minha opinião, já que se tratava de uma conferência para mulheres e não da sociedade geral, falei apenas da jovem mulher "menina" que se hoje ela engravida, não é por falta de conhecimento, mas por vulnerabilidade. Tenho meus princípios e pretendo lutar por eles, como lá, "na conferência" nós mulheres do interior, tivemos pouco espaço para falar, pretendo continuar defendendo minha tese de moralista.
Minha luta é pela independência das mulheres, mas isso não significa que o homem precise ficar na obiscuridade; a maioria das que estavam lá são feministas e lutam por um direito, que acaba o direito do homem, e para mim isso não é democracia, queremos ter direitos iguais, ganhar igual ao homem mas trabalhar igual, frequentar os mesmos ambientes e pagar a conta no final. Acredito sim que dessa maneira podemos viver numa sociedade mas justa e igualitária.
Para mim foi um evento muito proveitoso, porque o conhecimento adquirido foi de grande valia e me abriu a mente, para o projeto que quero e vou colocar em prática.
Nossa região Zona da Mata Norte foi contemplada com 4 vagas para defender as mulheres em Brasília. Ficando assim a distribuição das vagas:
Representando o governo ficou Márcia Dornelles e Anne Karina, e da sociedade civil vai Edileuza Cunha, representando as mulheres indigenas, a índia Aparecida de Baía da Traição.
Parabéns Nice, o Blog é muito interessante. Gostei bastante de sua ideia, e comentário pessoal sobre a II CEPPM.
ResponderExcluirParabéns pela iniciativa.Jércica