Denúncias, informações, tudo que acontece no vale!

Agradeço as pessoas que contribuirem de alguma forma, nas postagens desse blog.Quero usa-lo para assuntos polêmicos, principalmente no que diz respeito a segurança no vale do Mamanguape.

EM DEFESA DAS MULHERES MENOS FAVORECIDAS

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Mamanguape, Paraiba, Brazil
Meu verdadeiro objetivo: lutar por mulheres que são menos favorecidas, mulheres vítimas de violência doméstica, mulheres que não tem se quer uma profissão. pretendo investir em trabalhos sociais, usando mão de obra voluntária...e tendo como foco "lutar pelas as mulheres desprovidas de tudo que a sociedade oferece para nossa classe!

domingo, 27 de maio de 2012

Homem acusado de ter assassinado CB Joseeldo, na Baía da Traição, é preso em João Pessoa

Policiais da 2ª Companhia do 7º Batalhão de Polícia Militar, de Mamanguape/PB, prenderam na noite desta quinta-feira 24, o acusado de ter assassinado o Cabo PM Joseeldo Pereira da Silva, de 45 anos, na sua casa de praia, na Baía da Traição, na tarde do dia 25 de abril do ano passado.

De acordo com as informações, os policiais encontraram Lindojackson Gomes do Nascimento, 32 anos de idade, num apartamento, em Mangabeira, na capital do estado, onde morava há cerca de quatro meses com a família.
A mulher de Lindojackson foi vista hoje (24/05), pela manhã, na Baía da Traição e foi seguida pelos policiais até João Pessoa, no apartamento onde eles estavam morando.
O juiz da comarca de Rio Tinto expediu o mandado de prisão contra o acusado havia 3 meses.

 'Foto do PM assassinado'

O PM foi encontrado morto dentro da sua casa de praia, na Baía da Traição, na segunda-feira (25), no bairro da Várzea.
O Cabo que era agente de trânsito estava de férias e havia ido passar uns dias na Baída da Traição com sua esposa, Mágna.
 
portal mídia

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

BLOCO DOS ABUSADOS

Bloco que já sai nas ruas de Baia da Traição pelo segundo ano consecutivo, tem a organização da Equipe os abusados, e este ano vem com um cunho social que é de arrecadar alimentos para distribuir com familias carentes da nossa região. Espero contar com o maior número de foliões. Porque enquanto brincamos o carnaval muitas famílias,  não tem nem o pão de cada dia.
Para participar você compra o abadá no valor de R$ 20,00 + 1 kg de alimento não perecível, e participa de uma folia saudável e com a certeza que vai está ajudando alguém.
O abadá é composto de 1 camisa + 1 caneca personalizada. Na concentração haverá feijoada, caipirinha e cerveja, tudo incluso no abadá. O contato para reservas é 8827-8654 e 8749-4405.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Monstruosidade: Mãe mata e enterra filho recém nascido

Uma mulher está sendo suspeita de matar e enterrar o terceiro filho na cidade de Rio Tinto, na zona da Mata paraibana.

A acusada foi identificada como Adriana Germano de Souza, 25 anos, residente no sítio Pau D`arco, zona rural do município. 


De acordo com o companheiro dela, identificado como Adailton França da Conceição, Adriana trabalha como empregada doméstica em uma casa na Capital e vai para Rio Tinto apenas nos finais de semana.
A doméstica chegou a dizer ao agricultor que estava grávida no primeiro semestre de 2011. Cerca de seis meses depois, ela disse que havia perdido o bebê e que o barriga 'saliente' seria por causa de uma doença.

O suposto pai da criança disse que Adriana já havia feito dois abortos, mas desta vez, ela teve o menino,  provavelmente no último fim de semana - o matou asfixiando com um pano na boca e o enterrou no quintal de casa.
MEU COMENTÁRIO:
O final de semana passado foi natal, (dia em que nasceu o nosso salvador). Tempo de luz, vida, amor,...e esta criatura nojenta, pratica uma barbaridade dessas, com uma criança que não pediu pra vir ao mundo, e nem teve tempo de ver o mundo. Como mulher, me envergonho da classe, sei que todas as mulheres não são iguais, mas, sou mulher e sou mãe. E tenho um objetivo, que é lutar por mulheres menos favorecidas. Mas quando me deparo com uma monstruosidade dessas, fico impotente.
Sei que qualquer punição que esta assassina receba, não será suficiente para pagar o que ela fez.


Meu Deus, tão digno, dar para alguem criar, ela não era obrigada a criar a criança, a ama-la, não, mas tinha o direito de deixa-la viver.
Vou esperar a justiça e pretendo ir no presídio visitar esta "infame", quero olhar em seus olhos, pra ver se eles me dizem alguma coisa...

sábado, 22 de outubro de 2011

Mulheres da Paraíba querem secretaria específica e SUS com programa de saúde integral




Mais de 500 mulheres participaram da abertura da III Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres, na noite desta quinta-feira, 13, em João Pessoa (PB).  O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, e o presidente da Federação dos Municípios da Paraíba, Buba Germano assinaram a repactuação do Pacto pelo Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.
O governo entregou ainda a chave simbólica de uma nova Casa Abrigo Ariane Thaís, cujo nome homenageia uma jovem de 21 anos que estava grávida e foi assassinada brutalmente. 
Mulheres de diversas entidades reforçaram a necessidade de ter uma secretaria estadual específica de mulheres (a atual é da Mulher e Diversidade Humana) e a efetivação do SUS público, que implemente o programa de saúde integral às mulheres.
A Secretária da Mulher e Diversidade Humana da Paraíba, Iraê Lucena, destacou que a III Conferência estadual é resultado de conferências em 87 municípios e que ela deve contribuir para construção do primeiro Plano Estadual de Políticas para as Mulheres.
PALAVRAS DA MINISTRA -  Iriny Lopes lembrou que esteve em junho na Paraíba e relatou as alterações ocorridas a partir desse encontro. Na época, a ministra destacou que a Paraíba e outros dois estados eram os únicos no país a não contar com juizado específico. “Embora o Executivo não interfira em outros poderes, houve um esforço do governo e do Judiciário para mudar essa realidade. É preciso sempre lutar, mas também temos que reconhecer os avanços. A Paraíba, em poucos meses, deixou de ser um dos três estados que não contavam com juizados, como prevê a Lei Maria da Penha, e oficializou sete, sendo que dois deles já estão em funcionamento. Isso é um grande avanço, sobretudo se compararmos com São Paulo, que não tem praticamente nenhum”. 
“Para construir a igualdade temos que admitir a diversidade de raça, etnia, orientação sexual, das mulheres negras, indígenas, ribeirinhas, de terreiro, com deficiência. As políticas para as mulheres são transversais. Para que elas aconteçam é preciso que existam organismos de políticas para as mulheres fortes, com orçamento e representatividade. Por isso que temos reafirmado a importância de criação de organismos municipais e estaduais de políticas para as mulheres”, ressaltou Iriny Lopes.
COMPROMISSO DO GOVERNADOR – O governador Ricardo Coutinho reafirmou o compromisso com as mulheres e disse que em nove meses de governo teve a honra de abrir a primeira casa abrigo do estado e prometeu interiorizar a rede de atendimento à violência contra as mulheres.
Dia 25 de outubro, o governo vai lançar dentro do edital de desenvolvimento da Paraíba uma linha de crédito específica para as mulheres.
O governador prometeu ainda abrir outro centro de referência em Campina Grande até dezembro. “Incluímos no Pacto pelo Desenvolvimento Social da Paraíba uma contrapartida políticas de gêneros, o que significa na prática a implementação de políticas para as mulheres também nos municípios. Temos 38 municípios que já aderiram e criaram coordenadorias ou secretarias de políticas de gênero”, destacou Coutinho.
EIXOS TEMÁTICOS DA III TERCEIRA CONFERÊNCIA PARA MULHERES I – Autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho, com inclusão social; II – Educação inclusiva, não-sexista, não-racista, não-homofóbica e não-lesbofóbica III – Saúde das mulheres, direitos sexuais e direitos reprodutivos IV – Enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres V – Participação das mulheres nos espaços de poder e decisão VI – Desenvolvimento sustentável no meio rural, na cidade e na floresta, com garantia de justiça ambiental, soberania e segurança alimentar VII – Direito à terra, moradia digna e infra-estrutura social nos meios rural e urbano, considerando as comunidades tradicionais VIII – Cultura, comunicação e mídia igualitárias, democráticas e não discriminatórias IX – Enfrentamento do racismo, sexismo e lesbofobia X – Enfrentamento das desigualdades geracionais que atingem as mulheres, com especial atenção às jovens e idosas XI – Gestão e monitoramento do plano objetivo geral
PRINCÍPIOS QUE REGEM A CEPM  
  1.  IGUALDADE E RESPEITO À DIVERSIDADE - mulheres e homens são iguais em seus direitos e sobre este princípio se apóiam as políticas de Estado que se propõem a superar as desigualdades de gênero. 
  2. EQÜIDADE – o acesso de todas as pessoas aos direitos universais deve ser garantido através do caráter universal, mas também por ações específicas e afirmativas voltadas aos grupos historicamente discriminados. 
  3. AUTONOMIA DAS MULHERES – deve ser assegurado às mulheres o poder de decisão sobre suas vidas e corpos, assim como as condições de influenciar os acontecimentos em sua comunidade e país, e de romper com o legado histórico, e com os ciclos de dependência, exploração e subordinação que constrangem suas vidas no plano pessoal, econômico, político e social
  4. LAICIDADE DO ESTADO - as políticas públicas de Estado devem ser formuladas e implementadas de maneira independente de princípios religiosos, de forma a assegurar efetivamente os direitos consagrados na Constituição Federal
  5. UNIVERSALIDADE DAS POLÍTICAS – o princípio da universalidade deve ser traduzido em políticas permanentes nas três esferas governamentais, caracterizadas pela indivisibilidade, integralidade e intersetorialidade dos direitos, e combinadas às políticas públicas de ações afirmativas, percebidas como transição necessária em busca da efetiva igualdade e eqüidade de gênero, raça e etnia.
  6.  JUSTIÇA SOCIAL – implica no reconhecimento da necessidade de redistribuição dos recursos e riquezas produzidas pela sociedade e na busca de superação da desigualdade social, que atinge as mulheres de maneira significativa.
  7. TRANSPARÊNCIAS DOS ATOS PÚBLICOS – deve-se garantir o respeito aos princípios da administração pública: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, com transparência nos atos públicos e controle social.
  8. PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL – devem ser garantidos o debate e a participação das mulheres na formulação, implementação, avaliação e controle social das políticas públicas.

    CELEBRIDADES QUE ESTIVEREM PRESENTES NA TERCEIRA CONFERÊNCIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MULHERES.

    Ministra Iriny Lopes que participou da III conferência de políticas públicas para mulheres e falou sobre a repactuação do pacto nacional pelo enfrentamento de violência contra a mulher.
    Mamanguape, Capim, cuité de Mamanguape, Baia da Traição, Marcação, Jacaraú e Rio Tinto estiverem presentes na terceira conferência de políticas para mulheres.


    Na Conferência foi entregue a Casa Abrigo para as Mulheres da Paraíba vítima de todo tipo de violência "Aryane Thais", uma paraibana que foi vitima de violência.

    Essas mulheres são exemplos para nós! Não temos nenhuma deficiência e muitas vezes colocamos obstáculos em tudo que vamos fazer, elas não, obstáculos pra elas é apenas seus direitos não serem respeitados.

    quarta-feira, 19 de outubro de 2011

    III CONFERÊNCIA ESTADUAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MULHERES.

                 "Autonomia e Igualdade para mulheres"
    Foi este o tema discutido na III Conferência de políticas públidas para mulheres, que realizou-se nos dias 13, 14 e 15 de outubro. O evento teve  a abertura na quinta-feira às 16:00 hs no Hotel Tambaú, com a leitura do regulamento e o credenciamento das delegadas e visitantes. às 18:00 hs houve a abertura oficial com a presença do Governador Ricardo Coutinho,a secretária de políticas para mulheres, ministra Irini Lopes, deputada estadual Gilma Germano,  líder da bancada feminina na câmara federal deputada Janete Pietá, dentre outras autoridades que se fizeram presentes na cerimônia de abertura.
    No ato inicial o governador e demais autoridades assinaram o pacto nacional de enfrentamento de todas as formas de violência contra mulher.
    O evento tem como objetivo discutir políticas públicas para mulheres, tratou sobre a discriminalização da mulher no mercado de trabalho, mulher vítima de todo tipo de violência, relação homofóbica, bisexual, etc...entre tantos assuntos abordados o que mais me chamou a atençã, foi o fato de tantas mulheres defenderem a questão da legalização do aborto, e qualquer mulher que se manifestasse contraria seria vista como moralista e conservadora. Não sou uma mulher conservadora, mas tratar da vida humana, como algo vulnerável e banal, é no mínimo imoral e irresponsável.
    Tentei manifestar minha opinião, já que se tratava de uma conferência para mulheres e não da sociedade geral, falei apenas da jovem mulher "menina" que se hoje ela engravida, não é por falta de conhecimento, mas por vulnerabilidade. Tenho meus princípios e pretendo lutar por eles, como lá, "na conferência" nós mulheres do interior, tivemos pouco espaço para falar, pretendo continuar defendendo minha tese de moralista.
    Minha luta é pela independência das mulheres, mas isso não significa que o homem precise ficar na obiscuridade; a maioria das que estavam lá são feministas e lutam por um direito, que acaba o direito do homem, e para mim isso não é democracia, queremos ter direitos iguais, ganhar igual ao homem mas trabalhar igual, frequentar os mesmos ambientes e pagar a conta no final. Acredito sim que dessa maneira podemos viver numa sociedade mas justa e igualitária.
    Para mim foi um evento muito proveitoso, porque o conhecimento adquirido foi de grande valia e me abriu a mente, para o projeto que quero e vou colocar em prática.
    Nossa região Zona da Mata Norte foi contemplada com 4 vagas para defender as mulheres em Brasília. Ficando assim a distribuição das vagas:
    Representando o governo ficou Márcia Dornelles e Anne Karina, e da sociedade civil vai Edileuza Cunha, representando as mulheres indigenas, a índia Aparecida de Baía da Traição.



                                                             

    sexta-feira, 30 de setembro de 2011

    Gretchen diz que sofreu preconceito após virar garçonete

    Gretchen, que confirmou estar trabalhando como garçonete em um café nos Estados Unidos, se revoltou com as críticas geradas pela nova profissão, e publicou mensagens de tom agressivo no Twitter nesta quinta-feira (29).


    Gretchen


















    "Vocês são ridículos. Quanto preconceito. Tenho mesmo que acreditar que continuo no sucesso", escreveu a ex-dançarina. "Tenho que repetir de novo (sic). Pague minhas contas, quite minhas dívidas e ganhe o direito de falar da minha vida", continuou a morena.
    Em resposta a um seguidor, Gretchen defendeu a profissão. "Qual é o preconceito? Aqui na América e no Brasil é um emprego como qualquer um", afirmou.

    Gretchen































    A rainha do rebolado recebeu o apoio de amigos, como a cantora Simony e David Brazil. "Sem ninguém pra te bancar e mudar. São poucas as mulheres que tem essa coragem esse peito e esse M mulher que a Gretchen tem. Engraçado, tanta gente se encosta em homem rico, vamos dizer assim 'P' de luxo, e ninguém fala nada", disparou Simony.
     Do Terra

    quinta-feira, 29 de setembro de 2011

    A REALIDADE FEMININA

    A diferenciação entre mulheres e homens. “As mulheres são criadas para a vida privada e os homens para a vida pública. É importante romper com essas fronteiras. As mulheres têm que ser protagonistas na vida pública”. É importante a presença das mulheres nos espaços de poder. Nós mulheres representamos 52% da população brasileira, a porcentagem de mulheres na política ainda é muito pequena, inferior aos países árabes. Temos conhecimento referentes à situação das mulheres brasileiras. Segundo os dados, hoje, 60% das pessoas formadas no ensino superior são mulheres e 48% da população economicamente ativa também. No entanto, a diferença salarial entre homens e mulheres ainda é muito grande. Dados mostram que um homem branco chega a ganhar até vinte vezes mais do que uma mulher negra. “Existem assimetrias e desigualdades. Mas temos que conquistar a igualdade e esse processo depende de nós, mulheres”.
     Essa luta não é apenas minha, mas nossa, se você acreditar que é capaz, você consegue vencer os obstáculos que a vida nos proporciona. CONTO COM VOCÊ MULHER!

    assista com muita atenção o vídeo abaixo!





    A sociedade se pauta nas diferenças e esta gera os desiguais:
    • Pobres x ricos
    • Homens x mulheres
    • Adultos x crianças
    •  Brancos x negros, índios
    A violência doméstica é fruto da DESIGUALDADE entre homens e mulheres, em especial, nas relações afetivas, no espaço doméstico. Às vezes, a CASA é o lugar mais perigoso para muitas mulheres! É o espaço da sua dor. A violência contra as mulheres se dá de várias formas. A mais visível é a agressão física, mas as outras são tão dolorosas quanto esta. 
    Há uma forma de violência contra a mulher que é a que mexe com o nosso lado afetivo, com os sentimentos, faz com que as mulheres se sintam culpadas, humilhadas, desprezadas e aterrorizadas. Proíbe a mulher de ter amizades, de sair de casa, de estudar, de trabalhar, não respeita suas opiniões e não permite que ela tome decisões.
    A Educação sexista e racista
    A escola reproduz a sociedade e ela enfrenta um dilema constante que é o de transformar uma dada realidade. A educação reproduz o sexismo, que são as relações desiguais entre os gêneros, o racismo, a homofobia, o preconceito. Reproduz a cultura da competitividade, da posse, do desrespeito e da agressividade, os pilares da violência. A Cultura androcêntrica. É a cultura masculina, a cultura do homem-macho, baseada em valores e mitos masculinos. A sociedade valoriza o masculino em detrimento do feminino, atribuindo a ambos, papéis diferenciados e desiguais. O poder do homem está presente, independente da classe social ou da raça a que pertença.  As mulheres continuam a ser discriminadas e violentadas. O machismo é a base da violência contra a mulher.

    Autora: Valquiria Alencar